quinta-feira, 26 de junho de 2014

Britânicos têm prejuízo milionário ao comprar terras no Brasil


Fortaleza (BBC)
Investidores eram informados que lotes eram perto de Fortaleza e se valorizariam com Copa e Olimpíada
Centenas de investidores britânicos que perderam milhões de libras em um suposto esquema fraudulento de compra de terras no Brasil devem recorrer à Justiça inglesa para recuperar o dinheiro.
Britânicos foram atraídos por uma empresa com sede em Londres pela perspectiva de que as terras se valorizariam com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, em 2016. Os negócios foram fechados nos últimos três anos.
Em centenas de casos, investidores pagaram £10 mil (R$ 38 mil) por lotes perto da cidade de Fortaleza, uma das sedes da Copa.
Mas, no ano passado, a empresa Pantheon Realty Consultants, responsável pela venda das áreas, foi liquidada por autoridades britânicas.
Muitos ainda não receberam as escrituras das propriedades. E, nos casos em que o documento foi emitido, os lotes têm o valor equivalente a menos de R$ 200.

'Pareciam confiáveis'

Aqueles que fizeram um investimento inicial recebiam telefonemas constantes de vendedores para que adquirissem novas terras.
As vítimas incluem uma viúva com câncer que perdeu mais de £70 mil e um jovem que perdeu £26 mil.
Alguns investidores perderam todo o dinheiro que tinham e foram incentivados a fechar os negócios diante das baixas taxas de rendimento das poupanças no Reino Unido.
Eles pensavam estar sendo cuidadosos.
Gherkin (AFP)
Empresas usavam o prédio Gherkin, em Londres, como endereço, o que dava segurança a investidores
A Pantheon Realty Consultants era membro de uma associação britânica cujo objetivo é educar e informar as pessoas em como comprar terras em outros países de maneira segura, e tinha sede no prédio conhecido como Gherkin, um dos símbolos do distrito financeiro de Londres.
Uma das vítimas do suposto esquema, o consultor de energia Mike Langley, disse que o endereço dava a impressão de que eles eram uma "empresa confiável".
"Se você olhar o site deles na internet... É muito bonito. É muito profissional. E, no início, essas pessoas pareciam profissionais", disse ele.
"Acho que foi em maio de 2013, e um outro senhor chegou a mim de maneira muito agressiva".
"Ele disse: 'Você tem que comprar essas terras agora. Não tem mais lotes, nós vendemos tudo. Só sobraram alguns. Você tem que comprar agora'".
Langley disse ter recebido ligações com pessoas dizendo que poderia hipotecar novamente sua casa.
"Tudo ficou normal de novo e eu estava buscando a escritura e documentos. E, de repente, a liquidação e eles foram fechados. Eles saíram impunes", disse ele.
"Quando eu descobri, fiquei doente. Demorei um mês para contar à minha esposa o que tinha acontecido, tomar coragem para dizer a ela".

Nenhuma prisão

Vítimas denunciaram o caso à polícia, mas nenhuma prisão foi feita.
A polícia de Londres e a Polícia Metropolitana disseram à BBC que não estavam investigando a questão.
Langley pagou £16 mil - todo o dinheiro que tinha poupado - e nunca recebeu sua escritura.
E, quando uma vítima recebeu o documento, as coordenadas revelaram que, ao invés de um lote à beira da praia, o terreno era um matagal de 250 metros quadrados a mais de 2 km da praia - e a duas horas e meia de Fortaleza.
Os nomes que eram apresentados como diretores da Pantheon eram refugiados afegãos e, segundo fontes oficiais, desconheciam o que ocorria na empresa.
A controladora da Pantheon, o PR Group, tem sede em São Vicente e Granadinas, o que torna difícil a identificação dos reais diretores por autoridades britânicas.
Outra empresa, a Green Planet Investments Ltd, também usou o edifício Gherkin para dar um ar de credibilidade. A empresa também foi fechada no final do ano passado.
Nos dois casos, cerca de 600 investidores foram envolvidos, em transações que chegaram a £19 milhões (cerca de R$ 72 milhões).
As vítimas recorreram a um advogado especializado na recuperação de investimentos em esquemas como este. No entanto, Chris Corney acredita que as chances são pequenas neste caso.
"Se você conseguir agir cedo... chegar ao dinheiro enquanto ele ainda está nas contas, talvez você tenha uma chance de recuperar alguma coisa. Não é absolutamente impossível, mesmo nos casos mais extremos", disse ele.

A burrice é uma ciência???‏

- Se atravessar a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, será condenado a 12 anos de trabalhos forçados.

- Se atravessar a fronteira do Irã ilegalmente, será detido sem limite de prazo.

- Se atravessar a fronteira do Afeganistão ilegalmente, será alvejado.

- Se atravessar a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, será preso.

- Se atravessar a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de você.

- Se atravessar a fronteira venezuelana, será considerado um espião a serviço dos EUA e o seu destino está traçado.

- Se atravessar a fronteira cubana ilegalmente, será colocado no paredão e fuzilado

- Se atravessar a fronteira americana ilegalmente, será preso e deportado para o seu país.


Mas, se você entrar por alguma
fronteira do BRASIL ilegalmente ... receberá prontamente:


- Um abrigo
- Um trabalho
- Carta de motorista
- Cartão Cidadão (INSS) de Saúde
- Segurança Social
- Crédito Familiar
- Cartões de Crédito
- Renda de casa subsidiada pela CDHU ou empréstimo bancário para a sua compra
- Escolaridade gratuita
- Serviço Nacional de Saúde gratuito
- Se for de esquerda, chance de um emprego no governo federal
- Será enquadrado no sistema de cotas e excluirá um brasileiro
- Poderá ser um representante no Parlamento
- Poderá votar, e mesmo concorrer a um cargo público
- Ou até mesmo fundar o seu próprio partido político!
- Receberá mensalmente Bolsas-ESMOLAS
E, por último, mas não menos importante:
- Poderá se  manifestar nas ruas e até queimar a nossa bandeira,ônibus, repartições Públicas e Bancos.

Mas, se eu quiser impedi-lo, serei considerado politicamente incorreto!



Sem dúvida que parece irreal, mas é a mais pura das verdades!

O pior de tudo: o povo paga essas contas!

Ruy Barbosa tinha razão quando dizia:
"Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a BURRICE não será uma CIÊNCIA."

Maio de 2014 foi o mais quente do mundo desde 1880

O mês de maio de 2014 foi o mais quente no mundo desde que começaram a subir as temperaturas em 1880, anunciou nesta segunda-feira a Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA).
A temperatura média na superfície terrestre e dos oceanos atingiu 15,54 graus Celsius em maio, isto é, 0,74°C a mais que a média de 14,8°C no século XX.
Também foi o 39º mês de maio consecutivo e o 351º mês seguido em que a temperatura global do planeta esteve acima da média do século XX, explicou a NOAA.
A última vez em que a temperatura de um mês de maio foi inferior à média do século XX remontava a 1976. O último mês em que a temperatura esteve abaixo da média no século passado foi em fevereiro de 1985.
A maior parte do planeta viveu em maio deste ano temperaturas mais quentes do que a média com picos de calor no leste do Cazaquistão, partes da Indonésia e o noroeste da Austrália, entre outros.
No entanto, partes do nordeste do Atlântico e locais limitados no noroeste e sudoeste do Pacífico, assim como nas águas oceânicas do sul da América, foram mais frias do que a média.
A temperatura de abril de 2014 esteve a par com a de 2010, que tinha sido a mais quente registrada no planeta aquele mês desde 1880, segundo a NOAA.
Segundo prognósticos da NOAA, há 70% de probabilidades de que a corrente quente do Pacífico El Niño volte a aparecer este verão no hemisfério norte e 80% de possibilidades de que surja durante o outono e inverno próximos, o que poderia ter um impacto importante nas temperaturas e nas precipitações em todo o mundo.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Assim como no Brasil, em Nova York milhares vivem de catar lixo

Uma cena comum nas grandes cidade brasileiras também é vista com frequência na maior metrópole dos Estados Unidos. Encurvadas sobre sacolas de plástico, empurrando velhos carrinhos de supermercado, milhares de pessoas circulam, dia e noite, em Nova York, procurando no lixo latas e garrafas de plástico que vendem para sobreviver.
Jovens, velhos, homens e mulheres, desempregados, sem-teto, imigrantes que mal falam inglês… Todos têm o mesmo objetivo: ganhar algum trocado reciclando o que conseguiram.
Na Grande Maçã, um exército invisível de esquecidos perambula na cidade dos ricos e milionários, e contaria com cerca de 7.000 pessoas, segundo Ana Martínez de Luco, co-fundadora do “Sure we Can” (É claro que podemos, em tradução literal), um centro do Brooklyn para onde estes catadores lixo reciclável vão para separar e vender o fruto de seu trabalho.
Por cada lata, cada garrafa individual, de plástico ou vidro, eles ganham 5 centavos de dólar. Se juntarem embalagens por marca, conseguem chegar a 6 ou até 6,5 centavos, em virtude de uma lei estadual de Nova York, a “Bottle Bill”, aprovada em 1982 e emendada em 2009.
Da Times Square à Wall Street, do Central Park às moradias sociais do Queens, eles são cada vez mais numerosos.
Acordam antes do amanhecer para passar antes dos caminhões de lixo e vão dormir tarde. Idosas chinesas carregam enormes sacos.
Sylvernus, um sem-teto de 45 anos originário da Nigéria, empilha o que consegue em um carrinho de supermercado onde leva toda a sua vida. Uma jovem latina acumula latinhas em um carrinho de bebê.
Eles trocam o material por dinheiro em máquinas na entrada dos supermercados – que limitam a devolução a 250 unidades (12 dólares) por dia – ou nos cerca de 20 centros de reciclagem.
Há alguns anos, eram principalmente sem-teto. Mas, nos últimos anos, a população mudou. Ainda se sente o impacto da crise de 2008.
No “Sure We Can”, cerca de 60% são idosos, a maioria imigrantes. Alguns “foram professores, militares, empresários, alguns têm diploma universitário”, explica Ana Martinez de Luco.
Mas, um dia, vida dessas pessoas saiu dos trilhos.
Carlos, de 27 anos, era chef em um restaurante jamaicano e conta, um pouco incomodado, que não teve outra opção a não ser começar a catar latas após o fechamento do restaurante. No entanto, não aceita ser chamado de sem-teto.
Alguns também mandam dinheiro para a família fora dos Estados Unidos. Outros complementam a magra aposentadoria.
Anita Tirado, uma mulher miúda de 74 anos, originária de Porto Rico, conta que não tem Medicaid, a cobertura de saúde dos mais pobres. Todas as manhãs, às vezes às 04h00 da madrugada, revira os sacos de lixo colocados na calçada de sua rua antes de ir cuidar da neta de 3 anos.
Com seus passos frágeis, ela diz ganhar entre “20 e 30 dólares por semana, até 40″, como pagamento por esse trabalho que pode ser perigoso. Há alguns anos, ela apanhou em uma de suas saídas.
Muitos não têm escolha. Para Sylvernus, agente de segurança aposentado desde 11 de setembro de 2001, é uma questão de sobrevivência. Ele diz que sonha com um “trabalho de verdade”. “Este é infernal”, desabafa.
“Mas tenho que continuar empurrando este carrinho pesado para sobreviver”, conta, embora sinta-se orgulhoso de reciclar.
Os catadores de lata reciclam, segundo um estudo recente, 70% das garrafas individuais e latas de Nova York.
No entanto, mesmo trabalhando “full time”, parece difícil conseguir viver disso. Um casal com cerca de 40 anos que trabalha sem descanso nesta função diz ganhar entre 300 e 350 dólares por semana.
E quando se começa a fazer a conversão dos preços para unidades de garrafas recicladas, os valores são astronômicos: um cappuccino custa 70 latas; um sanduíche, 100; um par de sapatos simples, 800; e um apartamento de dois quartos em Manhattan, 120.000 latas por mês.
“Isto poderia ser um trabalho de verdade, se os aluguéis e a comida não fossem tão caros em Nova York”, acrescentou Martínez de Luco.
Carlos, José, Paula, Anita, Victoria, Maria, e uma idosa chinesa que não fala uma palavra em inglês se reúnem com frequência no “Sure We Can”. Alguns fazem como terapia que os ajuda a não ficar isolados, explica Martínez de Luco, ao enumerar as virtudes da atividade.
Mas o número crescente de catadores também representa um problema.
Alguns brigam por território. Outros se queixam por não encontrarem quase latas ou garrafas.
Ana Martínez de Luco gostaria de poder treiná-los para reciclar o lixo dos restaurantes, para torná-lo em composto para usar como adubo em jardins.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

SDA entrega mais de 19.380 cisternas para o Ceará


A ordem de serviço assinada hoje autoriza a implantação de 19. 380 cisternas de polietileno em oito municípios cearenses

O Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário,  entregou nesta terça-feira (15) 19.380 cisternas de polietileno que vai beneficiar famílias de oito municípios cearenses. A ordem de serviço para fornecimento das cisternas pela empresa Dalka do Brasil LTDA foi assinada na manhã de hoje pelo vice-governador do Estado, Domingo Filho. Na ocasião ele ressaltou o Ceará como o Estado do País a receber mais investimentos na área de abastecimento. “Nosso Estado é o que proporcionalmente mais tem recebido investimentos por parte do poder público para garantir o acesso da população a água. Isso demonstra também o quanto o Governo do Estado prioriza essa questão, porque sabemos o sofrimento de quem não tem em casa um reservatório de água para consumo”, destacou Domingos Filho.
Nesta ação, foram investidos mais de R$ 72 milhões, em parceria com o Governo Federal através do Ministério da Integração Nacional, por meio do Programa Água para Todos. As cisternas serão distribuídas entre os municípios de Amontada (3.317), Bela Cruz (2.376), Cedro (1.779), Fortim (442), São Gonçalo do Amarante (1.277), Trairi (4.252), Várzea Alegre (1.700) e Viçosa do Ceará (4.237). Cada cisterna de polietileno tem a capacidade de armazenar 16 mil litros d'água.
O Secretário do Desenvolvimento Agrário Nelson Martins lembrou o número de cisternas que já foram implantadas, que já chega a 10.647 e até o final deste ano deve alcançar os 14.228 equipamentos instalados. “As cisternas da ordem de serviço assinada hoje devem estar todas implantadas até março do próximo ano, assim será possível aproveitar a água do inverno”, ressaltou. O secretário também lembrou que até o final de 2014, o Ceará vai ter universalizado a água. “Entre cisternas de polietileno e de placa devem ser instaladas até lá 300 mil. Sem contar outras ações com implantação de sistemas de abastecimento e perfuração de poços”, completou Nelson Martins.
As ações citadas pelo secretário também são parte do Programa Água Para Todos, uma das políticas do Estado do Ceará, em parceria com o Governo Federal, para universalizar o abastecimento d'água no Estado. Segundo Nelson Martins, serão mais de R$ 200 milhões investidos para garantir água de qualidade para a zona rural cearense que se caracteriza pela seca.
Estavam presentes na solenidade o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, José Albuquerque; o presidente da Ematerce, José Maria Pimenta, os deputados Sérgio Aguiar e Manoel Duca; a presidente da Aprece, prefeita de Fortim, Adriana Pinheiro; prefeitos e representantes dos municípios beneficiados.


* Com informações da casa civil

Assessoria de Comunicação da Secretaria do Desenvolvimento Agrário
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Lúcio Filho – (85) 3101.8105 | 8897.8510
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Luana Matos - estagiária de Jornalismo
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