A baleia da espécie jubarte que estava encalhada no litoral oeste do Ceará não resistiu e faleceu por volta das 10h deste domingo (1). O animal, que pesava cerca de 20 toneladas e tinha 9,5 metros, estava encalhado na praia de Flexeiras, no Trairi, desde a última sexta-feira (30).
Uma equipe da ONG ambiental Aquasis,
que defende a preservação de animais e realiza resgates de espécies
marinhas, dirigiu-se ao local na sexta e desde então tentava retirar o
animal do local. A equipe contava com barcos e outros equipamentos para ajudar na retirada do animal da faixa rasa da praia.
A Superintendência Ambiental do Meio Ambiente (Semace)
também esteve no local para dar apoio à Aquasis. “A gente tenta desde
sexta desencalhar a baleia, mas ela não resistiu”, afirmou a bióloga e
técnica da diretoria florestal da Semace, Flávia Prado. Ela acredita que
“provavelmente a baleia se desorientou e acabou encalhando na faixa de
praia que é mais rasa”.
O animal foi enterrado na própria praia, de acordo com a bióloga.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Trairi e o mercado de coco
Adel CocoA Adel Coco Brasil Indústria e Comércio Ltda, instalada em Trairi, é também vencedora do Prêmio Contribuintes 2011. Há quatro anos em Trairi, a fábrica beneficia, exclusivamente, derivados de coco, como água, óleo, o produto ralado desidratado, ralado congelado "in natura", polpa e farinha derivada da casca do coco.
A empresa atende todo o Brasil com produtos derivados do fruto, desenvolvido com tecnologia e qualidade reconhecidas. Trabalha dentro da certificação e normas vigentes tendo como princípio a preocupação com a preservação do meio ambiente.
Todo processo na Adel é desenvolvido com reaproveitamento inteligente, otimizando todos os produtos e residuos produzidos, alem da seleção da fruta e acompanhamento junto com os produtores no processo de plantio e colheita quando orgânico.
A Adel exporta para Europa a água de coco "in natura", distribuído em latas (drinks), fórmula registrada mundialmente, sucesso no mercado europeu.
Na sua linha de produção estão as embalagens de 190ml e 335ml da água de coco Vitococo; coco ralado Extra Coco, de um quilo; e o leite Coco Milk, na garrafinha de 200 ml.
A Adel Coco Brasil pertence a Mariano Omar Monteiro da Silveira e Adelino Felisberto Martins Terra, gerando mais de 200 empregos diretos e indiretos.
Pelo desempenho de referência no setor, com alta prudutividade e geração de impostos, as duas empresas da Zona Norte destacam-se entre as agraciadas no Contribuintes.
MAIS INFORMAÇÕES
Adel Coco Brasil Indústria e Comércio Ltda, Trairi, (85) 3351.1790
Ducoco Produtos Alimentícios S/A
Itapipoca - telefone: (88) 3631.1111
Fantásticas paisagens em Trairi, Paracuru e Paraipaba no Ceará
terça-feira, 2 de julho de 2013
Por que não usar flash em shows e espetáculos de palco
Posted: 01 Jul 2013 09:35 AM PDT
Durante
uma viagem ao Uruguai, fui assistir à um concerto em Montevidéo. O país
é repleto de velhinhos que são conhecidos por gostarem muito de leitura
e de programa culturais, e confirmei isso vendo a grande presença de
cabecinhas brancas na plateia. O que mais impressionou, no entanto, é
que fazia muito tempo que eu não conseguia ver uma apresentação inteira sem que houvessem flashes pipocando em direção ao palco.Por um momento, julguei que não era de propósito: uma plateia mais idosa nem deveria ter câmera e essas coisas tecnológicas das quais os netinhos sempre falam. Engano meu: na saída vi muitas senhorinhas sapecas, e com as câmeras na mão, não perdendo a oportunidade de tirar uma foto com o jovem, e muy guapo, violoncelista! :-) As danadas tinham câmera sim, mas preferiram aproveitar o concerto ao invés de vivê-lo através de seus retângulos luminosos.
Pessoalmente, prefiro fazer como as nossas vizinhas: prestar atenção no que está no palco, e deixar as fotos para os profissionais. Acho que nenhuma foto feita da plateia presta. E, normalmente, tirar fotos com ou sem flash é proibido. Por isso, minha primeira sugestão para qualquer pessoa que gostaria de saber como fazer fotos melhores durante shows ou espetáculos é: não faça.
Mas sei que esse conselho pode parecer radical, então gostaria de insistir ao menos para que se desliguem os flashes.

Se você concorda comigo e já aplica as dicas no seu dia a dia, aproveite o post para enviar aos seus amigos e parentes. ;-)
Por que desligar o flash em shows e espetáculos?
Porque não adianta. A não ser que você esteja a 1 metro do palco ele não vai ter força suficiente para iluminar o assunto de forma que faça diferença na foto final. Nessas situações, só servirá para iluminar as cabeças de quem está na sua frente.Se alcançar, estraga a foto. Digamos que você tem um flash potente e está perto do palco: ele até vai chegar no seu assunto, mas vai acabar com toda a iluminação planejada para aquela apresentação. Resultado: sua foto vai ficar com cara de ensaio. As luzes de palco são sempre bastante fortes e planejadas para criar o clima específico daquela apresentação. Se a foto saiu borrada é porque você está longe demais ou sua câmera não aguenta a situação, então não há o que fazer. Pare de tirar fotos e assista.
É muita falta de respeito. Embora as duas razões anteriores sejam fotograficamente importantes a terceira é, para mim, a mais relevante: um flash piscando atrapalha quem está se apresentando e atrapalha quem está querendo assistir. Lembre-se que, ao contrário do cinema, tem um ser humano ali na sua frente que precisa se concentrar.
Ou seja: se faz questão de fotografar, e isso é permitido, pelo menos faça a gentileza de desligar o flash do seu celular ou da sua câmera.
Quem sabe desligar o flash, levanta a mão
Suponho que um dos motivos principais para o uso do recurso, nessas situações, é muito simples: muita gente não sabe desligá-lo. Por isso, sugiro fazer uma boa ação: quando encontrar seus amigos e parentes, ensine-os a desligar o flash em suas câmeras e celulares. Artistas e platéia agradecem!
—
Ps.: se você foi contratado para fotografar um espetáculo, sugiro ler o post “Como fotografar shows e espetáculos”, da colaboradora Karina Santiago.
sábado, 22 de junho de 2013
Fotos exclusivas de Trairi
sexta-feira, 21 de junho de 2013
A região com um jornalismo de vanguarda
Com quase 30 anos de estrada, finalmente chego ao Ceará, estado que gosto muito e que espero, seja um destino definitivo. Depois de percorrer trechos da Argentina até Belém, no Pará, faço a opção pelo Estado que é um supra sumo do que o Brasil oferece de melhor aos turistas, tanto nacionais quanto estrangeiros. É com este roteiro que espero realizar mais um grande trabalho a partir de agora! Que Deus nos abençoe mais ainda!
Notícias e informativos
Litoral Oeste do Ceará
O litoral
cearense se estende por 573 km, onde predominam praias, dunas, falésias,
restingas e manguezais. O litoral do Estado do Ceará é atravessado por duas
rodovias, a Costa do Sol Nascente e a Costa do Sol Poente, que, a partir de
Fortaleza, direcionam-se para o litoral leste e oeste, respectivamente. O Litoral
Oeste do Ceará ou Costa do Sol Poente, como também é conhecido, é a
faixa que se estende do município de Fortaleza até a divisa com o Estado do
Piauí.
A
vegetação predominante é a litorânea típica e em algumas áreas não há presença
de vegetação sendo recobertas por dunas. As temperaturas médias podem
variar entre 22º C a 32º C. A geografia da planície litorânea, ao longo da
costa cearense, se apresenta bastante diversificada, com ocorrências de
paredões, praias com coqueirais e áreas alagadas de manguezais que abrigam rica
biodiversidade.
É no
Litoral Oeste que se localizam algumas das principais Unidades de Conservação
do Estado do Ceará. Entre elas destacam-se as ÀREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
(APA’s):
- APA das Dunas de Paracuru - é uma unidade de conservação de uso sustentável, criada por meio do DECRETO Nº 25.418, de 29 de março de 1999, com uma área total de 3.909,60 hectares. Localiza-se no Município de Paracuru, Estado do Ceará, a aproximadamente, 86 Km de Fortaleza
- APA de Jericoacoara - localiza-se a noroeste do estado do Ceará, no Município de Jijoca de Jericoacoara, compreendendo uma área de 5.480 hectares. Esta unidade é protegida pelo Decreto nº. 90.379 de 1984. Apresenta uma paisagem de grande valor cênico, ecológico e econômico, constituindo-se num conjunto raro e particular.
- APA das Dunas da Lagoinha – compreende uma área de 523,49 hectares, tendo sido criada pelo Decreto Estadual nº 25.417 de 29 de março de 1999. Localiza-se a oeste da localidade de Lagoinha, no município de Paraipaba-CE, a cerca de 115 Km de Fortaleza. Um penhasco de 50 metros de altura serve de mirante natural para contemplar a bela paisagem. O ecossistema predominante são as dunas.
O avanço do mar vem provocando muita
destruição no litoral do Ceará. Tanto nas faixas de praia do Litoral Leste
quanto do Oeste, já é possível constatar o intenso processo erosivo, com dunas
devastadas, casas e comércios destruídos pela ação violenta das ondas e
aterramento de áreas de manguezais, entre outros fatores negativos.
Na Praia de Mundaú, município de
Trairi, distante 124 quilômetros de Fortaleza o avanço do mar vem destruindo
total ou parcialmente várias pousadas, casas e algumas das luxuosas mansões de
veraneio. A luta agora é pela preservação do que sobrou, mas o mar não dar
trégua e avança de modo constante.
A especulação imobiliária é outro
grande problema que altera significativamente a dinâmica do litoral. A
construção desenfreada de hotéis,
pousadas e grandes resorts, nestas áreas já extremamente fragilizadas, podem
gerar conseqüências gravíssimas a médio e longo prazo. É necessário
fiscalização e controle dos órgãos competentes na liberação de novas licenças
para estas construções nas faixas de praia do litoral cearense.
De acordo com o Departamento de
Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), o mar já avançou entre 150 e
300 metros desde o ano de 1990. As praias do Pacheco, Icaraí e Cumbuco, em
Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza) perderam aproximadamente um terço
da faixa de areia.
Além das causas, como mudança dos
ventos e alterações geológicas, as intervenções feitas pelo homem também têm
forte relação com as mudanças na linha de costa cearense. A construção do Porto
do Mucuripe, por exemplo, que barrou a passagem de sedimentos em direção ao
litoral oeste de Fortaleza, é uma das causas para o avanço do mar nas praias do
Pacheco, Icaraí e Iparana.
A dinâmica das regiões costeiras
envolve ainda a retirada e/ou deposição de sedimentos que pode estar
relacionada a causas como baixa ou alta disponibilidade de sedimentos fornecidos
pelos rios localizados próximos ao litoral, além da ação dos ventos (muito
fortes no litoral do Ceará), que também são importantes para a variação de
sedimentos na costa cearense.
É importante que se observe também
que o mar e as faixas de praias possuem movimento contínuo. Desta forma os
planejadores urbanos deveriam ter um papel importante nos estudos e liberações
de uso e ocupação destas
áreas, mantendo uma faixa de segurança para evitar danos materiais e
socioambientais. De acordo com pesquisas do Labomar (Laboratório de Ciências do
Mar), esta faixa deveria ser de no mínimo 100 metros.
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