sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Baleia Jubarte não resiste e morre em Flecheiras

A baleia da espécie jubarte que estava encalhada no litoral oeste do Ceará não resistiu e faleceu por volta das 10h deste domingo (1). O animal, que pesava cerca de 20 toneladas e tinha 9,5 metros, estava encalhado na praia de Flexeiras, no Trairi, desde a última sexta-feira (30).
Uma equipe da ONG ambiental Aquasis, que defende a preservação de animais e realiza resgates de espécies marinhas, dirigiu-se ao local na sexta e desde então tentava retirar o animal do local. A equipe contava com barcos e outros equipamentos para ajudar na retirada do animal da faixa rasa da praia.
A Superintendência Ambiental do Meio Ambiente (Semace) também esteve no local para dar apoio à Aquasis. “A gente tenta desde sexta desencalhar a baleia, mas ela não resistiu”, afirmou a bióloga e técnica da diretoria florestal da Semace, Flávia Prado. Ela acredita que “provavelmente a baleia se desorientou e acabou encalhando na faixa de praia que é mais rasa”.
O animal foi enterrado na própria praia, de acordo com a bióloga.
















quinta-feira, 18 de julho de 2013

Trairi e o mercado de coco

Adel Coco
A Adel Coco Brasil Indústria e Comércio Ltda, instalada em Trairi, é também vencedora do Prêmio Contribuintes 2011. Há quatro anos em Trairi, a fábrica beneficia, exclusivamente, derivados de coco, como água, óleo, o produto ralado desidratado, ralado congelado "in natura", polpa e farinha derivada da casca do coco.

A empresa atende todo o Brasil com produtos derivados do fruto, desenvolvido com tecnologia e qualidade reconhecidas. Trabalha dentro da certificação e normas vigentes tendo como princípio a preocupação com a preservação do meio ambiente.

Todo processo na Adel é desenvolvido com reaproveitamento inteligente, otimizando todos os produtos e residuos produzidos, alem da seleção da fruta e acompanhamento junto com os produtores no processo de plantio e colheita quando orgânico.

A Adel exporta para Europa a água de coco "in natura", distribuído em latas (drinks), fórmula registrada mundialmente, sucesso no mercado europeu.

Na sua linha de produção estão as embalagens de 190ml e 335ml da água de coco Vitococo; coco ralado Extra Coco, de um quilo; e o leite Coco Milk, na garrafinha de 200 ml.

A Adel Coco Brasil pertence a Mariano Omar Monteiro da Silveira e Adelino Felisberto Martins Terra, gerando mais de 200 empregos diretos e indiretos.

Pelo desempenho de referência no setor, com alta prudutividade e geração de impostos, as duas empresas da Zona Norte destacam-se entre as agraciadas no Contribuintes.


MAIS INFORMAÇÕES

Adel Coco Brasil Indústria e Comércio Ltda, Trairi, (85) 3351.1790
Ducoco Produtos Alimentícios S/A
Itapipoca - telefone: (88) 3631.1111

Fantásticas paisagens em Trairi, Paracuru e Paraipaba no Ceará

Flecheiras
Lagoinha
Emboaca
Lagoinha - Paraipaba
Mundaú - Trairi
Praia do Futuro - Fortaleza
Paracuru - Ceará
Mirante em Mundaú

terça-feira, 2 de julho de 2013

Por que não usar flash em shows e espetáculos de palco



Por que não usar flash em shows e espetáculos de palco
Posted: 01 Jul 2013 09:35 AM PDT
Durante uma viagem ao Uruguai, fui assistir à um concerto em Montevidéo. O país é repleto de velhinhos que são conhecidos por gostarem muito de leitura e de programa culturais, e confirmei isso vendo a grande presença de cabecinhas brancas na plateia. O que mais impressionou, no entanto, é que fazia muito tempo que eu não conseguia ver uma apresentação inteira sem que houvessem flashes pipocando em direção ao palco.
Por um momento, julguei que não era de propósito: uma plateia mais idosa nem deveria ter câmera e essas coisas tecnológicas das quais os netinhos sempre falam. Engano meu: na saída vi muitas senhorinhas sapecas, e com as câmeras na mão, não perdendo a oportunidade de tirar uma foto com o jovem, e muy guapo, violoncelista! :-) As danadas tinham câmera sim, mas preferiram aproveitar o concerto ao invés de vivê-lo através de seus retângulos luminosos.
Pessoalmente, prefiro fazer como as nossas vizinhas: prestar atenção no que está no palco, e deixar as fotos para os profissionais. Acho que nenhuma foto feita da plateia presta. E, normalmente, tirar fotos com ou sem flash é proibido. Por isso, minha primeira sugestão para qualquer pessoa que gostaria de saber como fazer fotos melhores durante shows ou espetáculos é: não faça.
Mas sei que esse conselho pode parecer radical, então gostaria de insistir ao menos para que se desliguem os flashes.
flash
Se você concorda comigo e já aplica as dicas no seu dia a dia, aproveite o post para enviar aos seus amigos e parentes. ;-)

Por que desligar o flash em shows e espetáculos?

Porque não adianta. A não ser que você esteja a 1 metro do palco ele não vai ter força suficiente para iluminar o assunto de forma que faça diferença na foto final. Nessas situações, só servirá para iluminar as cabeças de quem está na sua frente.
Se alcançar, estraga a foto. Digamos que você tem um flash potente e está perto do palco: ele até vai chegar no seu assunto, mas vai acabar com toda a iluminação planejada para aquela apresentação. Resultado: sua foto vai ficar com cara de ensaio. As luzes de palco são sempre bastante fortes e planejadas para criar o clima específico daquela apresentação. Se a foto saiu borrada é porque você está longe demais ou sua câmera não aguenta a situação, então não há o que fazer. Pare de tirar fotos e assista.
É muita falta de respeito. Embora as duas razões anteriores sejam fotograficamente importantes a terceira é, para mim, a mais relevante: um flash piscando atrapalha quem está se apresentando e atrapalha quem está querendo assistir. Lembre-se que, ao contrário do cinema, tem um ser humano ali na sua frente que precisa se concentrar.
Ou seja: se faz questão de fotografar, e isso é permitido, pelo menos faça a gentileza de desligar o flash do seu celular ou da sua câmera.

Quem sabe desligar o flash, levanta a mão

Suponho que um dos motivos principais para o uso do recurso, nessas situações, é muito simples: muita gente não sabe desligá-lo. Por isso, sugiro fazer uma boa ação: quando encontrar seus amigos e parentes, ensine-os a desligar o flash em suas câmeras e celulares. Artistas e platéia agradecem!
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Ps.: se você foi contratado para fotografar um espetáculo, sugiro ler o post “Como fotografar shows e espetáculos”, da colaboradora Karina Santiago.

sábado, 22 de junho de 2013

Fotos exclusivas de Trairi


 O fotógrafo Lídio Emanuel começa agora a explorar a natureza exuberante do litoral oeste do Ceará. 
Mais uma viagem inesquecível através das lentes desteprofissional que já esteve nos mais diversos confins da Argentina até Belém, no Pará. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A região com um jornalismo de vanguarda


Com quase 30 anos de estrada, finalmente chego ao Ceará, estado que gosto muito e que espero, seja um destino definitivo. Depois de percorrer trechos da Argentina até Belém, no Pará, faço a opção pelo Estado que é um supra sumo do que o Brasil oferece de melhor aos turistas, tanto nacionais quanto estrangeiros. É com este roteiro que espero realizar mais um grande trabalho a partir de agora! Que Deus nos abençoe mais ainda!

Notícias e informativos



Litoral Oeste do Ceará
            O litoral cearense se estende por 573 km, onde predominam praias, dunas, falésias, restingas e manguezais. O litoral do Estado do Ceará é atravessado por duas rodovias, a Costa do Sol Nascente e a Costa do Sol Poente, que, a partir de Fortaleza, direcionam-se para o litoral leste e oeste, respectivamente. O Litoral Oeste do Ceará ou Costa do Sol Poente, como também é conhecido, é a faixa que se estende do município de Fortaleza até a divisa com o Estado do Piauí.
            As praias mais conhecidas e visitadas do Litoral Oeste são: Jericoacoara, Baleia, Flecheiras, Lagoinha e Cumbuco. Muito ricas em paisagens, também se destacam: Marinheiros, Pracianos, Moitas, Patos (em Amontada); Almofala, Torrões, Porto do Barco (em Itarema); Arpoeiras (em Acaraú); Preá (em Cruz) Camocim, Tatajuba, Guriú, Imburama (em Camocim), Bitupitá (em Barroquinha); Formosa (em Jijoca de Jericoacoara) Coqueiros, Iparana, Pacheco, Icaraí, Tabuba (em Caucaia); Taíba e Pecém (em São Gonçalo do Amarante), Mundaú e Guagirú (em Trairí).
            A vegetação predominante é a litorânea típica e em algumas áreas não há presença de vegetação sendo recobertas por dunas.  As temperaturas médias podem variar entre 22º C a 32º C. A geografia da planície litorânea, ao longo da costa cearense, se apresenta bastante diversificada, com ocorrências de paredões, praias com coqueirais e áreas alagadas de manguezais que abrigam rica biodiversidade.
            É no Litoral Oeste que se localizam algumas das principais Unidades de Conservação do Estado do Ceará. Entre elas destacam-se as ÀREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA’s):

  • APA das Dunas de Paracuru - é uma unidade de conservação de uso sustentável, criada por meio do DECRETO Nº 25.418, de 29 de março de 1999, com uma área total de 3.909,60 hectares. Localiza-se no Município de Paracuru, Estado do Ceará, a aproximadamente, 86 Km de Fortaleza
  • APA de Jericoacoara - localiza-se a noroeste do estado do Ceará, no Município de Jijoca de Jericoacoara, compreendendo uma área de 5.480 hectares. Esta unidade é protegida pelo Decreto nº. 90.379 de 1984. Apresenta uma paisagem de grande valor cênico, ecológico e econômico, constituindo-se num conjunto raro e particular.
  • APA das Dunas da Lagoinha – compreende uma área de 523,49 hectares, tendo sido criada pelo Decreto Estadual nº 25.417 de 29 de março de 1999. Localiza-se a oeste da localidade de Lagoinha, no município de Paraipaba-CE, a cerca de 115 Km de Fortaleza. Um penhasco de 50 metros de altura serve de mirante natural para contemplar a bela paisagem. O ecossistema predominante são as dunas.
            O avanço do mar vem provocando muita destruição no litoral do Ceará. Tanto nas faixas de praia do Litoral Leste quanto do Oeste, já é possível constatar o intenso processo erosivo, com dunas devastadas, casas e comércios destruídos pela ação violenta das ondas e aterramento de áreas de manguezais, entre outros fatores negativos.
            Na Praia de Mundaú, município de Trairi, distante 124 quilômetros de Fortaleza o avanço do mar vem destruindo total ou parcialmente várias pousadas, casas e algumas das luxuosas mansões de veraneio. A luta agora é pela preservação do que sobrou, mas o mar não dar trégua e avança de modo constante.
            A especulação imobiliária é outro grande problema que altera significativamente a dinâmica do litoral. A construção desenfreada de hotéis, pousadas e grandes resorts, nestas áreas já extremamente fragilizadas, podem gerar conseqüências gravíssimas a médio e longo prazo. É necessário fiscalização e controle dos órgãos competentes na liberação de novas licenças para estas construções nas faixas de praia do litoral cearense.
            De acordo com o Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), o mar já avançou entre 150 e 300 metros desde o ano de 1990. As praias do Pacheco, Icaraí e Cumbuco, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza) perderam aproximadamente um terço da faixa de areia.
            Além das causas, como mudança dos ventos e alterações geológicas, as intervenções feitas pelo homem também têm forte relação com as mudanças na linha de costa cearense. A construção do Porto do Mucuripe, por exemplo, que barrou a passagem de sedimentos em direção ao litoral oeste de Fortaleza, é uma das causas para o avanço do mar nas praias do Pacheco, Icaraí e Iparana.
            A dinâmica das regiões costeiras envolve ainda a retirada e/ou deposição de sedimentos que pode estar relacionada a causas como baixa ou alta disponibilidade de sedimentos fornecidos pelos rios localizados próximos ao litoral, além da ação dos ventos (muito fortes no litoral do Ceará), que também são importantes para a variação de sedimentos na costa cearense.
            É importante que se observe também que o mar e as faixas de praias possuem movimento contínuo. Desta forma os planejadores urbanos deveriam ter um papel importante nos estudos e liberações de uso e ocupação destas áreas, mantendo uma faixa de segurança para evitar danos materiais e socioambientais. De acordo com pesquisas do Labomar (Laboratório de Ciências do Mar), esta faixa deveria ser de no mínimo 100 metros.